18 fevereiro 2019

Escritório de bolso: realizando jobs com aplicativos no celular

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Não sei ao certo se já comentei por aqui que chego a testar entre 8 e 10 novos apps toda semana. Faço isso porque hoje podemos contar com uma gama muito grande de aplicativos capazes de resolver muitos e diferentes tipos de problema. Nesse cenário eu quero e preciso conhecê-los para poder usar e indicar sempre que for necessário. Sou usuária de Android, então tudo que vou destacar neste post é referente a esse sistema, ok? Não tenho o celular mais top do mercado, por sinal meu celular é do ano 2016, mas fiz questão de investir em um modelo com 128 GB de memória para me permitir realizar meus testes. Para garantir, ainda inseri um micro SD de 64 GB. Tenho espaço suficiente para trabalhar tranquila.

O cenário dos dispositivos móveis é tão promissor que existem aplicativos mobile com melhor desempenho que aplicativos web (os que rodamos em desktops), alguns até com funções exclusivas nas versões para celular. Um exemplo disso é o aplicativo do Mailchimp que é excelente e facilita imensamente a minha vida de comunicadora.

Pensando nisso busco reservar um tempinho por semana para fazer pesquisa e testes de aplicativos. Isso você consegue fazer muito facilmente na Play Store ou na App Store (quando uso o tablet) e acho até super divertido. Para ir além você pode pesquisar em blogs e canais de vídeo por sugestões de aplicativos que resolvam um problema específico. Sempre tem alguém com o mesmo problema que você e que compartilhou a solução. Exemplo? Busque por aplicativos para edição de vídeo vertical. Você vai se surpreender com as dicas que as pessoas compartilham.

Outro app que uso muito e passei muito tempo esperando a versão para Android é o Spark Post. Quando a Adobe começou a lançar seus aplicativos próprios saí baixando tudo e achando todos muito bons. Mantive no celular o Lightroom e o Adobe Capture e fiquei esperando mais de um ano pelo Adobe Spark Post para Android cuja versão foi lançada em junho de 2018. A versão iOS foi lançada em 2016... É um ferramenta para design gráfico descomplicado muito semelhante ao Canva (outro app excelente), mas com algumas funções a mais para quem já tem conta registrada na Adobe. O combo Spark Post + Canva é mais que suficiente para você criar o design gráfico da peça que desejar.

Quando a Adobe decidiu lançar seus aplicativos muita coisa boa e gratuita veio à tona. Saiu app equivalente ao PhotoShop, ao Premiere, ao Lightroom, ao Illustrator e novos apps muito bons como o Adobe XD. Se você trabalha com Design e gosta de fuçar assim como eu, recomendo explorar todos eles.


E não adianta muito você ter os melhores apps de edição de imagem se não tem boas opções de captura, né? Para isso você precisa de boas câmeras. Uso um celular Samsung que já tem uma ótima câmera cheia de recursos e filtros, mas para me ajudar no trabalho de capturas incríveis uso bastante o app Insta360 Air (esse app só funciona com a câmera 360º de mesmo nome), o Framelapse, (para gravação de timelapses), a Timer Camera (um temporizador para disparo de fotos) e a Kuji Cam (para capturas de fotos com estética retrô). Para Gifs, a minha aplicação favorita é a Giphy Cam.

Muita gente me pergunta como edito vídeos no celular. Sim! Não tem saída. Quando você está pelo mundo tem que abrir mão do conforto do seu monitor gigante e sua mesa digital e editar no celular com o dedo mesmo. É plenamente possível e os resultados são excelentes. Não vivo sem o app Quik, o Filmora e o Vlogit. Recentemente baixei o Filmr, mas ainda não consegui tempo para testá-lo. Quando tá tudo pronto faço o upload direto pelo app do Youtube.

Outro pacote importantíssimo para trabalho no celular são os aplicativos da G Suite do Google. Aqui há um mundo de opções para facilitar o seu trabalho de forma colaborativa, compartilhando e trabalhando simultaneamente com seus clientes, parceiros e equipe. Grande parte de tudo que faço está organizado no Gmail onde administro múltiplas contas. Através dessas contas armazeno minhas produções no Drive, crio bastante com o Apresentações (inclusive layouts para as redes sociais) e hoje em dia só crio documentos no Docs. Uso muito o Keep para registro de ideias, notas escritas, pequenas entrevistas em áudio e compartilhamento de propostas de trabalho com clientes. Estou tentando organizar minha vida de imagens (+ de 20 anos) no Photos e tenho trabalhado algumas formações do ProfLab no Classroom. Também uso bastante o Photo Scan para digitalização de documentos e o Planilhas para gestão de mailings e disparo de mala direta. Não podemos esquecer do Agenda que simplifica sua vida de compromissos, tanto presenciais quanto online. Por favor, se você não usa o Agenda, considere conhecer. Ele armazena informações sobre seus compromissos e envia lembretes sobre tudo. Ou seja, esse pacote Google já transforma seu celular num escritório sem grandes esforços e ainda integra com a plataforma web. Ça c'est parfait!

Para trabalhar no celular você vai precisar estar atento ao armazenamento. No parágrafo acima mencionei o Google Drive e o Google Photos que ajudam nessa tarefa. Mas há dois outros apps que uso para não ficar na mão: o Dropbox e o Box. Com cadastro em todos esses você terá muitos gigabytes para tocar seu escritório de bolso por um bom tempo.


Para comunicação eu não economizo. É importante dar respostas rápidas aos clientes, alunos e parceiros. Assim, tenho os aplicativos de muitas redes sociais e serviços de mensagem instantâneas instalados. No entanto, é importante mencionar aqui que a maioria das redes possui acesso via navegador do celular. Ou seja, se não tem espaço para instalar novos apps, dá pra se comunicar pelo navegador também. Messenger, Instagram e WhatsApp são as que mais uso no momento. Não gosto muito do Whats, mas reconheço que grande parte da humanidade está conectada e se comunica por lá.

Não posso deixar de mencionar aplicativos de segurança como o Authenticator que gera códigos para a verificação em duas etapas no seu smartphone. Essa verificação é de extrema importância para que você realize login com segurança em múltiplas plataformas da internet. Sempre vai ter alguém de olho nas suas contas. Mantê-las seguras é essencial para evitar dores de cabeça.

Além desses apps também tenho opções que me garantem a gestão simplificada de eventos como o Sympla. Como administro vendas na Livraria da Pipa também tenho opções para gestão financeira como PayPal e PagSeguro. Quando os jobs envolvem deslocamentos temos o Booking e o Uber para dar uma força na organização das viagens considerado passagens, hospedagem e traslado.

E ainda não transportei todas as tarefas que gostaria para o celular. A gestão de anúncios do Facebook continuo fazendo na plataforma web por pura falta de planejamento porque tem aplicativo para isso também. Isso me faz acreditar que dá sim pra resolver quase tudo com celular. Até o momento a única coisa que continuo fazendo exclusivamente no desktop é a diagramação de livros. No entanto, já estudo possibilidades de mudar esse cenário também.

Dá próxima vez que alguém disser que celular é uma idiotice e não contribui em nada para a vida das pessoas você pode apresentar esse post para ele.

Até o próximo post!

10 janeiro 2019

Os brindes da Pipa para 2019

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Já chegamos ao décimo dia de janeiro e a sensação que tenho é que o ciclo nem girou. 2018 chegou ao fim com muitas pendências e o recesso foi praticamente nada. Todos os amigos com quem conversei estão com essa mesma sensação de atropelamento.

2018 não foi um ano fácil, mas quando voltamos para ver o que foi produzido ficamos muito felizes com os resultados alcançados. Mas, os bons resultados são fruto de muito esforço, muito investimento. Quando olhamos apenas para os resultados, esquecemos de enxergar os processos que são tão (ou mais) importantes que os processos. É nos processos onde a aprendizagem acontece e é neles onde moram as dores e as angústias necessárias para que algo dê certo.

Foi pensando em desejar um Ano Novo mais leve que criamos o nosso Tarot Virtual de fim de ano já que nessa época a gente fica meio "esotérico" mesmo. Como estava tudo atropelado, a iniciativa foi toda digital. O game de fim de ano da Pipa consistia em puxar uma carta e receber uma mensagem especial. Cada cor trazia uma mensagem específica. Todas as mensagens eram positivas e traziam um brinde. Essa estratégia foi cuidadosamente pensada porque sabíamos que muitos voltariam para puxar as demais cartas. Estamos numa rede de criativos e curiosos e isso é muito bom!

O game foi enviado por email para nossa rede de parceiros que estão junto com a gente nos projetos que tocamos, entre eles a Livraria da Pipa e o ProfLab. Agora estamos trazendo as cartas aqui para o blog para que você também possa ter acesso aos nossos brindes de fim de ano: um ebook, um pôster, um calendário e um vídeo.

https://sites.google.com/view/acartaazul
https://sites.google.com/view/acartaazul

https://sites.google.com/view/acartarosa/
https://sites.google.com/view/acartarosa/

https://sites.google.com/view/acartaamarela
https://sites.google.com/view/acartaamarela

https://sites.google.com/view/acartaverde/
https://sites.google.com/view/acartaverde/

Nunca é tarde para desejar felicidades! ツ

06 outubro 2018

Tecnologia a favor da cidadania

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Chegamos a mais uma eleição, dessa vez no nível hard (em todos os sentidos). Frente ao cenário que estamos vivendo nos últimos dias no Brasil, não tem como sair ileso da tormenta, nem se você decidir jejuar 21 dias no alto da montanha. Mas, como não voltei a escrever aqui no blog pra catequizar ninguém, nem pra expor voto, vou direto ao assunto desse post.

Vim para fazer uma lista de tudo que a tecnologia tem produzido e que me ajudou a navegar nessa tempestade que virou o processo de eleição. Venho a um certo tempo fuçando algumas delas e posso dizer que mais uma vez o universo digital ajuda a entender as coisas. Ok! Dessa vez é preciso cansar o cérebro um pouco mais para checar as informações, mas há tecnologia pra ajudar nisso também.


Aplicativos


O primeiro que você tem que ter é o E-Titulo (versão Android) (versão iOS) do Tribunal Superior Eleitoral. Se você participou do processo de biometria seu dados estarão no banco de dados e você nem precisa do título em papel para votar, basta instalar esse app. Fique atento aos dados informados. Qualquer erro de digitação ou número faltando vai gerar erro na busca. Também da Justiça Eleitoral, tem o app Resultados (versão Android) (versão iOS) que promete facilitar o acompanhamento da apuração.

Para essas informações não vou indicar nenhum aplicativo sem ser do TSE porque nessa maré de falsificação e venda de dados pessoais em que estamos mergulhados é bom ficar atento e ligado nas fontes oficiais mesmo.


http://www.tse.jus.br/eleitor/servicos/aplicativo-e-titulo


Outro app muito legal é o Detector de Ficha de político. Através de reconhecimento facial o app informa os políticos que respondem a algum processo por corrupção. Você tira uma foto do candidato na tv, na tela do computador, no santinho ou pessoalmente se tiver a oportunidade. As informações sobre o processo pipocam na sua tela. Baixe na App Store (https://goo.gl/2BKk5E) e no Google Play (https://goo.gl/kJ49QX).


Plataformas de afinidade eleitoral


Algumas plataformas apareceram para funcionar como uma espécie de calculadora de afinidade
eleitoral. Em resumo, você informa ao sistema o que pensa em relação a vários temas, ele cruza essas respostas com o banco de dados dele e te devolve um resultado que apresenta qual candidato tem propostas mais alinhadas com seu raciocínio. Aqui vale o bom senso para pesquisar quem desenvolveu o sistema e como alimentou o banco de dados. Isso já dá uma boa base pra você saber quais as reais intenções de cada sistema. Não esquece de observar isso! Tem muita ferramenta desenvolvida por grandes jornais, mas essas eu confesso que não tô dando credibilidade. A lista das que testei:



Redes de checagem dos fatos

 


Se você acredita que nunca caiu numa fake news eu tenho algo a te dizer: caiu sim! Só não percebeu. Calma que isso não diminui você perante a sociedade. Saiba que os grandes veículos da imprensa também já caíram em notícias falsas, inclusive estampando primeiras páginas de jornais e portais por aí. É a famosa barrigada jornalística que já virou hábito, infelizmente. E olha que apurar fatos é a profissão dessa galera...

Isso acontece por conta de um tarefinha básica que muita gente não quer fazer: a apuração. Apuração de informação é algo que não é só função dos bons jornalistas, viu? Você como bom leitor deve conhecer os mecanismos que te ajudam a apurar informação de forma ágil para não cair em qualquer fake news que cruzar seu caminho. Ou pior! Passar pra frente uma informação equivocada por nem perceber que era. 


Como sempre há males que vêm para o bem, nesses tempos chatos de pós-verdade e fakes (muitos fakes), uma série de comunidades foram formadas para checar as informações que circulam na internet. O trabalho geralmente é colaborativo e conta com a participação da sociedade. Tem sido tão bem executado que grandes empresas como o Facebook contrataram essas equipes para apurar as informações que circulam em suas redes. Hoje eu não vivo sem dar uma passadinha para verificar informações nos seguintes portais de checagem:


 

 Youtube

 

 

Parece óbvio e é. O Youtube é uma fonte inesgotável de boa informação se você observar com carinho quem são e quais os objetivos dos produtores do conteúdo. Senti muita necessidade de retomar questões relacionadas à História do Brasil e do mundo nesses últimos meses. Também busquei ouvir filósofos que me tranquilizaram mais que terapia. Vou deixar os dois canais que mais assisti nesse período e que me ajudaram a refletir e esclarecer algumas questões que eu tinha dúvida porque nunca aprendi direito na escola.



16 maio 2018

Vamos falar sobre GIFs?

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Oi, gente! Tudo bem com vocês? Tem um tempo que não venho aqui no blog compartilhar angústias falar sobre coisas boas, né? Eis que cá estou para convidar vocês para uma experiência que venho aprimorando desde o ano passado, quando coloquei o protótipo pra rodar no Seminário Amplifica em Natal.

Comecei chamando o projeto de O uso criativo de Gifs na sala de aula. Aí percebi que o ambiente da sala de aula não era o único em que poderíamos criar e explorar esse universo "animado" dos GIFs. Dava pra fazer muita coisa relacionada à educação a partir deles. Mudei o título para O Uso Criativo de Gifs na aprendizagem e já estou aqui pensando em por que não trabalhar o uso criativo de GIFs para a vida?


O universo das imagens sempre me fascinou. Desde criança sou apaixonada por imagens e ainda muito cedo comecei a fotografar graças à ideia dos meus pais de comprar uma câmera fotográfica para a família quando eu tinha mais ou menos 8 anos de idade. Logo em seguida me interessei por colagens feitas a partir de recortes de revista e com 14 anos ganhei meu primeiro computador. Nunca mais parei de produzir imagens.

Foi natural a escolha por uma faculdade que me permitisse ir mais fundo nos estudos da fotografia e do cinema. A internet dava seus primeiros passos e eu já curtia bastante desenhar no computador. Veio daí o desejo de cursar Rádio e TV na UFPE. O bacharelado apresentava um pouco de tudo isso pra gente. Hoje o curso se chama Rádio, TV e Internet e os estudos sobre cinema se tornaram um novo curso: Cinema e Audiovisual. Sou grata por ter vivido tudo isso junto e misturado.

Bem antes de entrar na faculdade eu já mexia com softwares como Photoshop, Pagemaker e CorelDraw. Também criei muito a partir do Paintbrush, do Print Artist e do Netscape. Além de muitas fotografias fiz marca, fiz livro e fiz site. 


Nessas aventuras digitais  havia uma coisa que me chamava muito a atenção, o ícone animado do Netscape, um navegador bem antigo que tinha uma área de edição para construção de sites. A inicialização do aplicativo trazia a letra N no que parecia ser o espaço sideral com estrelas caindo sem parar. Foi um dos primeiros GIFs que vi na vida. Curiosa, só sosseguei quando descobri como fazia aquilo. E descobri quase da mesma forma como descobrimos as coisas hoje em dia: pesquisando na internet. Mas, não era no Google! Era um negócio chamado Cadê...

Foi assim que descobri que o computador que havia ganhado do meu pai, equipado com Photoshop 4, poderia me ajudar. A mágica acontecia em um outro software presente no CD de instalação do Photoshop que se chamava Adobe ImageReady. Foi a partir desse software que comecei a entender os principais conceitos de animação através de sequências de imagens. O Adobe ImageReady foi descontinuado em 2007 e após muitas reclamações sua funções foram incorporadas ao próprio Photoshop.


Comecei a animar algumas das imagens que produzia no computador, mas me senti o máximo mesmo quando animei um golfinho desenhado pela minha amiga Helga Vieira no PaintBrush. Era o mascote de um fã-clube e esse foi o primeiro projeto com GIF que fiz na vida. Hoje ela é uma grande arquiteta e eu sou a maluca dos GIFs.

Além desse fiz muitos outros para vários sites em que trabalhei. Com o tempo essas pequenas animações foram deixando de ser utilizadas e novas linguagens passaram a tomar o seu lugar como as animações em Flash.

E eu também migrei para o Flash, mesmo acreditando que os GIFs eram mais práticos e solucionavam mais rapidamente uma série de problemas. Aprendi um pouco de programação para Flash, mas nunca deixei de produzir pequenos GIFs para resolver questões mais simples de webdesign, principalmente quando o cliente pedia só uma "animaçãozinha" pra deixar "interessante".

Graças aos bons deuses, às redes sociais e a uma dupla de artistas novaiorquinos chamados Jamie Beck e Kevin Burg, os GIFs que pareciam estar mortos voltaram com força total. Jamie contribuiu para esse retorno com a arte dos Cinemagraphs (2011) e o uso intenso de GIFs em espaços como o Tumblr e o Orkut impulsionaram o desenvolvimento de repositórios como o Giphy (2013) e o Tenor (2014). Foi o salto que faltava para o formato de imagens animadas se tornar uma das linguagens digitais mais utilizadas até hoje.


Cinemagraph desenvolvido pela dupla de artistas Jamie Beck e Kevin Burg

É assim que desde 1999 eu venho sempre considerando resolver problemas de comunicação com GIFs. Foi a partir disso que percebi que essa linguagem pode ser facilmente aplicada em outras áreas como, por exemplo, a educação. São esses olhares que me levaram a desenhar uma experiência de aprendizagem sobre o tema para professores, estudantes e qualquer pessoa que trabalhe com educação, seja produzindo conteúdo ou criando experiências também.

Hoje essa vivência faz parte do ProfLab, esse projeto tão querido de formações criativas do qual faço parte junto a uma equipe de educadores muito mais geniais do que eu. No próximo sábado eu vou estar na ABA Global Education recebendo 15 educadores para pôr esse conhecimento em prática junto comigo. Já temos 12 inscritos! E eu estou bem feliz com esse resultado. As inscrições seguem abertas até as vagas acabarem no endereço: http://www.souproflab.com.br/formacoes. Gravei uma chamada em vídeo só pra convidar vocês. Aperta o play pra ver!


09 maio 2018

Algumas vantagens do Design Thinking que podem mudar sua vida

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Ok, exagerei! Talvez o Design Thinking não mude tanto assim sua vida, mas caso considere aplicá-lo, certamente terá boas surpresas.

O Design Thinking, apesar de ter virado tendência em vários ambientes, ainda é algo misterioso para muita gente. Até quem o aplica diariamente em seus projetos tem certa dificuldade de explicar o que danado é isso. Hoje eu vim aqui no blog ousar simplificar para explicar. Vamos lá!

No meu entendimento Design Thinking é um conjunto de estratégias que, quando combinadas, nos ajudam a identificar e solucionar problemas em qualquer situação que seja. Trazendo pro lado da educação podemos dizer que se trata de uma metodologia, e o melhor, uma metodologia ativa que é aquela em que o aprendiz é o principal agente; é o cara que arregaça as mangas para fazer alguma coisa. Sabe aquele lance de dar voz ao aluno? Acontece quando você decide trabalhar com Design Thinking!

Para entender melhor, eu gosto de levar a coisa para o lado fantástico. Quando digo fantástico eu me refiro ao lado "Senhor dos Anéis" mesmo. Eu imagino o Design Thinking como uma jornada em que há um grupo de heróis que juntos, depois de um momento de reflexão, conseguem identificar um problema comum e partem em busca de soluções. Agindo em equipe cada herói lança sua ideia para solucionar a questão. Na busca de fazer o outro entender sua proposta cada herói tenta apresentá-la da melhor forma possível. Cada apresentação elaborada funciona como um registro das ideia geradas, quase sempre visual, o que faz com que o grupo identifique com muita clareza qual a melhor opção para a questão colocada. Em seguida todos saem em missão para pôr em prática a melhor solução desenvolvida.

Foi assim que eu consegui entender o que era o tal do Design Thinking. Aliás, percebi ainda que, de certa forma, já aplicava a metodologia em praticamente tudo o que fazia. De um projeto de reforma na casa até o mais complexo projeto da +Pipa Comunicação, sempre seguia uma trajetória como essa. Isso porque o Design Thinking é a forma como designers pensam todos os dias e que pode sim servir como guia para qualquer pessoa.

Como neste sábado vai acontecer mais uma turma de Design Thinking do ProfLab, ando respondendo muitas questões sobre o tema, o que me fez produzir o infográfico a seguir que apresenta algumas  respostas. Espero que seja útil para quem tá esbarrando com esse termo em inglês pela primeira vez. Se você quiser desenvolver infográficos como esse basta utilizar o Canva.

Ahhh! Ainda há vagas para o ProfLab do sábado. Basta acessar o link: http://bit.do/proflabdte e se unir ao grupo guiado por Alessandro Lima na ABA Global Education dos Aflitos.