09 novembro 2017

Questionaram? Siga! Você está no caminho certo.


Todas as vezes que iniciei um projeto eu tive a certeza de que estava no caminho certo quando alguém questionou. Foi assim no meu TCC quando decidi que queria acompanhar um dia de trabalho dos artistas que se apresentavam nos ônibus do Recife. Na época um dos meus professores me questionou se era mesmo "interessante" fotografar "aqueles pedintes". O resultado é um ensaio fotográfico que obteve nota máxima e que transformei em livro digital anos depois. É gratuito e você pode baixar aqui: ebookanonimos.

Logo em seguida decidi montar uma empresa com o que tinha na mão e no bolso. Muitas pessoas me chamaram de maluca, mas  +Augusto Noronha era tão maluco quanto eu e a gente montou a Pipa. Perdi as contas de quantas vezes fomos questionados por nossa empresa não ter sede física e até hoje tenho que responder o que é um escritório virtual e um home office até mesmo para nossos pais. A Pipa Comunicação hoje é escritório de design, produtora de conteúdo, estúdio de aprendizagem e editora. Vai completar 12 anos em 2018.

Ebooks? Gratuitos? Não vai dar certo! Diziam aqueles que não acreditam no poder da difusão do conhecimento e divulgação científica. As pessoas querem sentir o cheirinho de livro novo e impresso. O resultado? Uma Livraria online com mais de 25 ebooks gratuitos (tem mais um no prelo) e milhares de downloads.


Outro questionamento recorrente: criatividade dialoga com educação? Também perdi as contas de quantas foram as vezes em que precisei afirmar que criatividade não é um dom e sim uma habilidade que pode e deve ser estimulada. Fiz até um pôster para ilustrar! Nesse contexto nasceu uma série de publicações sobre criatividade e educação, a Série Professor Criativo que virou uma comunidade com quase 5 mil pessoas no Facebook e 4 livros publicados.

Mas, o melhor questionamento dos últimos tempos foi sobre por que trabalhar com professores. Esse foi curioso porque sempre vinha acompanhado de uma desvalorização pesada do educador. Acreditem, há quem pense que não há o que se trabalhar com professores porque ou eles já sabem de tudo ou são pessoas que não querem investir em si próprios. Ouvi isso muitas e muitas vezes. Até cansar. Exigem tanto dos professores e não querem se preocupar com eles? Não me parecia correto!


Todo esse histórico me fez ter a certeza de que quando alguém começa a questionar demais a sua ideia é sinal de que você está no caminho certo. É fácil seguir? Não! Mas, nada na vida é. Se fosse pra viver numa nuvem rosa teríamos todos nascido ursinhos carinhosos, não é mesmo?



O Prof-Lab, nosso programa de formação criativa para professores, nasceu em meio a tudo isso: muitos questionamentos e muitas ideias. Por que não mergulhar nesse caldo e ver no que vai dar? Apertamos o nariz e saltamos do trampolim. Ainda estamos nadando nessa maré que ora está tranquila, ora atormentada. E tenho aprendido muito em ambos os momentos.

Esse texto todo foi só pra dizer que participei da seleção do programa Educadores Inovadores do Google com o Prof-Lab como projeto de inovação. O resultado da seleção saiu nessa semana e meu nome está lá na lista de 36 inovadores que querem transformar a educação a partir de projetos. A ideia é aprender com quem já desenvolve grandes iniciativas em educação novas formas de aprimorar o nosso projeto. Um ano de mentoria que vai começar na Academia Innovator em São Paulo junto a equipe do Google for Education.


O processo de seleção requer a comprovação da sua proficiência no uso de tecnologias Google e mais a preparação e submissão de uma série de documentos. Tô bem feliz por ter conseguido uma vaga em meio a tantos educadores inovadores. Também estou super curiosa e com consciência da responsabilidade que tenho pela frente. Queria dividir essa alegria com vocês e compartilhar o vídeo que fiz para a seleção.



E lembrem-se sempre: quando alguém questionar a sua ideia, invista! Você está no caminho certo.

28 outubro 2017

Descomplicando conceitos através de imagens


"Uma imagem vale mais que mil palavras" é daqueles clichezões que de tão utilizado já poderia estar sentado no trono de ferro. Eu sou do time que acredita que tanto as imagens quanto as palavras têm seus valores e, se utilizadas em conjunto, são capazes de mudar o mundo.

Mas, eu sou uma produtora de imagens, né? Então é normal minha balança pesar para esse lado. Toda essa imersão no universo visual me faz dedicar grande parte do meu dia à produção de imagens. Mas, não é só no trabalho que estou mergulhada nessa maré visual. Meus estudos também são norteados por todo esse universo. Há cada vez mais vídeos, infográficos e animações em meus arquivos de estudo, o que tem permitido que minhas experiências de aprendizagem sejam mais variadas e divertidas.

Ao projetar livros e outros tipos de materiais didáticos sempre me deparei com gráficos, diagramas e tabelas mal pensados e mal executados. Perdão pela sinceridade, mas essa é a realidade. Acredito que esses elementos visuais devam ser utilizados para simplificar conceitos e não para os tornar cada vez mais nebulosos. Mas, parece que o modelo que temos de ciência quer mesmo que a produção intelectual seja algo inacessível.

Foi a partir desse incômodo que saí em busca de outras formas de apresentação de um mesmo conceito. Percebi que diferentes tipos de imagem me ajudavam a compreender melhor alguns deles. Assim, minha curiosidade me motivou a investigar os processos de produção desse tipo de imagem.

Iniciei os estudos sobre Pensamento Visual e comecei a ensaiar como descomplicar conceitos através de infográficos e ilustrações que pudessem ser úteis tanto para mim como para outros aprendizes. Redesenhei muita coisa e posso afirmar que a produção de imagens é tão eficiente para aprendizagem como a sua leitura.

Gostei tanto desses estudos que passei a produzir material e propor novos desenhos para os projetos nos quais estou envolvida. Alguns desses materiais foram produzidos exclusivamente para o Prof-Lab. E como conhecimento precisa ser compartilhado, trouxe alguns desses recursos para esta postagem para que você possa salvar e utilizar como quiser.

Descomplicando com Pensamento Visual



Exercitando o Pensamento Computacional



Como fazer projetos fantásticos



Certamente novos infográficos surgirão em breve. Aguardem!

17 outubro 2017

Um vídeo colaborativo criado por educadores em rede


Foi trabalhando com design que eu consegui ver que a partir do planejamento eu poderia dar vida as minhas ideias e as colocar no mundo. Foi trabalhando com comunicação que eu descobri todo o potencial de fazer parte de redes e entendi que poderia, inclusive, construir uma. E foi unindo, comunicação, design e educação que finalmente entendi que era capaz de tocar o projeto que eu quisesse.

Faltando exatamente oito dias para a data, virei para +Augusto Noronha e falei: precisamos criar algo para o Dia do Professor. A partir daí rolou um brainstorming rápido, no carro, numa viagem entre uma cidade e outra. Estava decidido, iríamos propor um projeto colaborativo em que os professores pudessem trabalhar junto conosco. Da mesma forma como fizemos no edital que resultou no ebook Educação Criativa. Mas só havia 8 dias, o que fazer?

Dizem que é no ambiente de restrição onde a criatividade mais aflora. E é mesmo! Estávamos desafiados a produzir algo em oitos dias. Um vídeo! Pensei. Graças aos bons deuses hoje em dia muitas pessoas possuem em casa e no bolso poderosos dispositivos de captura de imagem. Oito dias era um prazo curto, mas daria certo. A democratização da produção de conteúdo é uma realidade.


Lançamos uma pegunta norteadora que fosse capaz de provocar a reflexão. Pra você o que é um professor criativo? O objetivo era revelar as diferentes formas como compreendemos a criatividade. Iniciamos os disparos de e-mail para a maioria dos professores criativos da nossa rede solicitando um vídeo de até 1 minuto em resposta a essa pergunta. Já sabíamos que o prazo era maluco e que vídeo era um conteúdo bastante desafiador para se produzir. Mesmo assim, apostamos no desafio e acreditamos no potencial de cada educador convidado. Estávamos lá para ajudar no que fosse preciso.

Sete educadores nos enviaram vídeos capturados das mais diferentes formas. Recebemos conteúdo de quatro lugares: Pernambuco, Paraíba, Piauí e Distrito Federal. A tecnologia possibilitou não só a captura como o envio do material. Havia vídeos no Youtube, no Dropbox, no Google Drive, no We Transfer e até mesmo no Messenger do Facebook. Diferentes áudios e texturas de imagem que seriam colocadas lado a lado para passar uma mensagem bacana para os educadores do país, afinal o mais importante sempre será o conteúdo.

No dia 13 recebemos a última contribuição. Tínhamos pouco mais de 24h para analisar as reflexões e estudar a melhor forma de montagem. Arregacei as mangas e pus a mão na massa. Era a minha vez de colaborar. Não posso dizer que foi um trabalho difícil porque o conteúdo que recebi era de extrema qualidade. Não me refiro à questões técnicas, para isso a gente sempre dá um jeito, o foco foi mesmo a qualidade das reflexões, dos sentimentos ali expostos.

O resultado é este vídeo de 8 minutos, produzido a nove mãos e que já tem mais de mil visualizações só no Facebook:




Esse post foi só pra vocês perceberem como é possível planejar rapidamente um projeto colaborativo e o fazer ganhar o mundo; e também para agradecer a toda essa galera que colaborou conosco:

➡ Angela Paiva Dioniso
Rodas de Conversa: https://www.facebook.com/angela.dionisio.56
Nig: http://www.nigufpe.com.br/ 

➡ Juliano da Hora
http://juliano.tumblr.com/ 
https://www.instagram.com/julianodahora/

➡ Leila Ribeiro e Washington Ribeiro
Sala desenvolvimento de processos de aprendizagem na cultura digital: www.sala.org.br
E-mail: imprensa.sala@gmail.com 
Facebook: https://www.facebook.com/salaoficial 

➡ Luci Correia
Narrativas Contemporâneas - https://www.facebook.com/NarrativasContemporaneas
Colecionando Luzes - https://www.facebook.com/colecionandoluzes/

➡ Ribamar Batista
Laboratório de leitura e produção textual: http://labproducaotextual.com
E-mail: labprotextual@gmail.com 
Facebook: https://www.facebook.com/labproducaotextual/
Radiotec - Você conectad@ ao conhecimento
YouTube: https://www.youtube.com/tvradiotec
Facebook: https://www.facebook.com/radiotec.ctf/
Instagram: https://www.instagram.com/radiotec.ctf/ 

➡ Walter Travassos
InfoComics (& memes): https://goo.gl/gFSnq6 
Mapas Conceituais: https://goo.gl/8pZfqm
Projetando com Canudos: https://goo.gl/kRrrZv

Realização
Série Professor Criativo​ by Pipa Comunicação​

Imagens
Capturadas pelos professores criativos que compõem o vídeo

Edição
Karla Vidal​

14 setembro 2017

#SouProfessorCriativo: o spinner, o lúdico e a educação

Gif: Karla Vidal

Em junho apareceu na minha timeline uma postagem da educadora Bruna Sanches que chamou minha atenção. Era a imagem de uma página de atividade de um livro didático com um spinner sobre ela. A imagem era ancorada pelo seguinte texto:

Que tal dinamizar sua aula com o brinquedo do momento? Hoje contamos com a ajuda do hand spinner para controlar o tempo das perguntas e respostas dos alunos. Todos ficaram super empolgados e engajados com a atividade!

Bruna é professora do ensino fundamental I e II no colégio COC Novomundo em Praia Grande, São Paulo e parecia ter usado o brinquedo mais polêmico do momento na sala de aula. Eu tinha que saber mais! Fui lá no perfil dela e comentei pedindo mais informações. Antenada, Bruna prontamente me escreveu um relato de sua experiência que eu vou publicar mais a frente nesse mesmo post. Mas, antes eu queria dizer que esse colégio tá cheio de educadores inovadores! Já falei sobre outro educador que toca projetos excelentes neste post aqui. Bruna também é líder do Grupo de Educadores Google (GEG) em São Vicente, em São Paulo.

Obviamente o post da educadora chamou minha atenção por conta do spinner. O brinquedo havia tomado conta da minha timeline e grande parte das abordagens era negativa. Muitos professores demonizando o dispositivo giratório com argumentos do tipo: concorre comigo, tira a atenção, virou vício. Uma multidão de educadores apoiando a proibição. Sim, virou vício e é justamente por essa razão que sabemos que a proibição talvez não seja a melhor saída. 

O spinner foi criado pela engenheira química Catherine Hettinger para combater ansiedade, ajudar crianças com autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Não é minha função e nem sua julgar se o brinquedo funciona para esses fins. Para isso existe pesquisa científica. O que nos cabe é perceber que o dispositivo virou mania e tudo que vira mania precisa ser observado com carinho e cuidado. A questão é que quando algo adentra o ambiente escolar, na maioria das vezes o lugar que ocupa é o de vilão. Tá aí todo o cenário de inserção das tecnologias na educação que não me deixa mentir.

Hand Spinner em ação. Foto: Karla Vidal

O boom do hand spinner aconteceu justamente no período em que as duas crianças da minha vida, meus queridos sobrinhos, estavam com a gente. Um garoto de 4 anos e uma linda menina de 11 anos. Ambos completamente apaixonados pelo brinquedo. O primeiro tem mais unidades do dispositivo do que anos de vida. Ora, se o spinner chama tanta atenção por que não pensar em tê-lo como nosso aliado? Cadê a empatia nessa hora?

Aqui em casa eu criei vários desafios nas brincadeiras das férias usando os vários hand spinners que meus sobrinhos têm. As próprias crianças começaram a identificar as diferenças na velocidade do giro em relação aos diferentes tipos de materiais. Gente! Isso é Física unida a um poderoso estímulo à observação e percepção. É um dos passos necessários para o desenvolvimento da capacidade crítica. Eles quebraram seus hand spinners muitas vezes e aprenderam a consertar cada um deles. E sim, relaxaram ao utilizar o brinquedo, principalmente em situações de tensão. 

Foi exatamente o que a professora Bruna Sanches também percebeu. Ela superou a visão negativa que tinha sobre o brinquedo, lançou mão da empatia para identificar uma forma de incluir na rotina de atividades e, de uma forma lúdica, desenvolveu um jogo simples e divertido que envolveu toda a turma. A seguir reproduzo o relato dela que explica muito melhor sobre essa atividade facilmente reaplicável em qualquer experiência de aprendizagem.

Foto da professora Bruna Sanches

Nesta última semana de aula, preparei aulas mais dinâmicas, que pudessem empolgar os alunos com relação ao aprendizado na sala de aula. No último mês orientei diversas vezes meus alunos para guardarem o brinquedo que levavam para sala de aula, o hand spinner. É um brinquedo bem simples, portátil, que parecem piões, mas são girados a partir de um rolamento central. O formato lembra uma estrela. O mais comum tem três pontas, mas podem ser encontrados com duas pontas, quatro, seis… depende do modelo. Me perguntava inúmeras vezes o porquê deles gostarem tanto de ficar rodando o brinquedo durante a aula, e foi aí que tive a ideia de utilizá-lo como ferramenta de apoio ao aprendizado, assim como aderi o celular para o processo de ensino-aprendizagem. A atividade foi realizada com 35 alunos do 7° ano na disciplina de Ciências no Colégio COC Novomundo, em Praia Grande – SP, para um jogo de perguntas e respostas. Eu lançava a pergunta para um aluno e rodava o spinner. O aluno sorteado tinha que responder ou pedir ajuda à banca de amigos, que foi nomeada como "AMIGOS DE PLANTÃO" até que o brinquedo parasse de rodar. A turma ficou empolgadíssima e disseram que irão estudar muito para as próximas aulas para que não precisem pedir ajuda aos amigos de plantão. Foi uma aula divertida, os alunos estavam alegres e pude desta forma, engajar todos por meio de uma atividade dinâmica, despertando uma vontade enorme de estudar! 
Bruna Sanches. Junho de 2017.

E não foi só a Bruna que se permitiu sair da caixa para ver o dispositivo com bons olhos. Os educadores Marcos Egito e Martha Santos que trabalham com cultura maker e robótica livre, decidiram colocar seus alunos para produzir seus próprios hand spinners a partir de rolamentos de skate, parafusos e impressoras 3D. 

Hand Spinner modelado em impressora 3D por Marcos Egito. Foto: Karla Vidal

As crianças passaram do lugar de consumidoras para o de designers de produto, vivenciando todos os conceitos que envolvem a produção de um dispositivo como aquele. Preciso falar mais? Marcos está junto conosco no Prof-Lab e somos muito gratos por isso!

A lição que fica disso tudo é: permita-se experimentar. Às vezes aquilo que a gente enxerga como concorrência pode ser um poderoso parceiro que vai nos ajudar a inovar e muitas vezes a resolver problemas.

Educadores mencionados nesse post: 

 

https://www.facebook.com/profile.php?id=100008186357796  https://www.facebook.com/maregito  https://www.facebook.com/mmartha.santos

01 setembro 2017

O Lançamento Coletivo da Pipa

Foto: Karla Vidal

No último dia 30 de agosto estivemos reunidos no auditório da Livraria Jaqueira do Recife para um descontraído momento de conexões entre pessoas e saberes. O Lançamento Coletivo da Pipa apresentou aos interessados as três obras mais recentes do selo editorial Pipa Comunicação.

Regado a muito café o bate-papo fluiu livremente graças a presença dos autores Elô Lebourg, Ismar Inácio e Marcelo Sibaldo que conversaram conosco sobre as obras Nós, professores transformadores: olhares sobre protagonismo e valorização docente, Conectando saberes na escola: linguística, literatura, educação e ensino de línguas e Processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e (questões de) masculinidades.

Como todas as publicações lançadas pela Pipa, os livros possuem caráter inovador, seja pela linguagem e conteúdo trabalhados ou pela história que antecede a produção dos textos. Além do diálogo com o público leitor, o momento foi também de interação entre três jovens professores autores que puderam identificar os pontos em comum em suas trajetórias de pesquisa e no percurso de organização de um livro.

Para nós foi uma imensa alegria receber autores de três estados diferentes, todos com histórias marcantes de práticas transformadoras da educação. Foi interessante também perceber que as histórias dos livros nasceram a partir dos trabalhos desenvolvidos em cidades do interior: Elô Lebourg em Lavras Novas (MG), Ismar Inácio em Arapiraca (AL) e Marcelo Sibaldo em Serra Talhada (PE). Isso só reforça a importância de incentivar cada vez mais a pesquisa e a produção de conhecimento também fora das grandes capitais do país.

Gratificante também foi conhecer pessoalmente as pessoas com quem temos o prazer de conviver, mesmo a distância, ao longo dos muitos meses do processo de produção de um livro. Do planejamento, passando pela impressão até a entrega aos autores. Nem sempre momentos como esses são possíveis mas, quando são, renovam nossas esperanças no desenvolvimento de novos projetos.

Imagens do momento você pode acessar no álbum a seguir:

Lançamento Coletivo da Pipa

Só lembrando que as obras estão disponíveis para aquisição na Livraria Jaqueira do Recife e online na Livraria da Pipa www.livrariadapipa.com.br