17 outubro 2017

Um vídeo colaborativo criado por educadores em rede


Foi trabalhando com design que eu consegui ver que a partir do planejamento eu poderia dar vida as minhas ideias e as colocar no mundo. Foi trabalhando com comunicação que eu descobri todo o potencial de fazer parte de redes e entendi que poderia, inclusive, construir uma. E foi unindo, comunicação, design e educação que finalmente entendi que era capaz de tocar o projeto que eu quisesse.

Faltando exatamente oito dias para a data, virei para +Augusto Noronha e falei: precisamos criar algo para o Dia do Professor. A partir daí rolou um brainstorming rápido, no carro, numa viagem entre uma cidade e outra. Estava decidido, iríamos propor um projeto colaborativo em que os professores pudessem trabalhar junto conosco. Da mesma forma como fizemos no edital que resultou no ebook Educação Criativa. Mas só havia 8 dias, o que fazer?

Dizem que é no ambiente de restrição onde a criatividade mais aflora. E é mesmo! Estávamos desafiados a produzir algo em oitos dias. Um vídeo! Pensei. Graças aos bons deuses hoje em dia muitas pessoas possuem em casa e no bolso poderosos dispositivos de captura de imagem. Oito dias era um prazo curto, mas daria certo. A democratização da produção de conteúdo é uma realidade.


Lançamos uma pegunta norteadora que fosse capaz de provocar a reflexão. Pra você o que é um professor criativo? O objetivo era revelar as diferentes formas como compreendemos a criatividade. Iniciamos os disparos de e-mail para a maioria dos professores criativos da nossa rede solicitando um vídeo de até 1 minuto em resposta a essa pergunta. Já sabíamos que o prazo era maluco e que vídeo era um conteúdo bastante desafiador para se produzir. Mesmo assim, apostamos no desafio e acreditamos no potencial de cada educador convidado. Estávamos lá para ajudar no que fosse preciso.

Sete educadores nos enviaram vídeos capturados das mais diferentes formas. Recebemos conteúdo de quatro lugares: Pernambuco, Paraíba, Piauí e Distrito Federal. A tecnologia possibilitou não só a captura como o envio do material. Havia vídeos no Youtube, no Dropbox, no Google Drive, no We Transfer e até mesmo no Messenger do Facebook. Diferentes áudios e texturas de imagem que seriam colocadas lado a lado para passar uma mensagem bacana para os educadores do país, afinal o mais importante sempre será o conteúdo.

No dia 13 recebemos a última contribuição. Tínhamos pouco mais de 24h para analisar as reflexões e estudar a melhor forma de montagem. Arregacei as mangas e pus a mão na massa. Era a minha vez de colaborar. Não posso dizer que foi um trabalho difícil porque o conteúdo que recebi era de extrema qualidade. Não me refiro à questões técnicas, para isso a gente sempre dá um jeito, o foco foi mesmo a qualidade das reflexões, dos sentimentos ali expostos.

O resultado é este vídeo de 8 minutos, produzido a nove mãos e que já tem mais de mil visualizações só no Facebook:




Esse post foi só pra vocês perceberem como é possível planejar rapidamente um projeto colaborativo e o fazer ganhar o mundo; e também para agradecer a toda essa galera que colaborou conosco:

➡ Angela Paiva Dioniso
Rodas de Conversa: https://www.facebook.com/angela.dionisio.56
Nig: http://www.nigufpe.com.br/ 

➡ Juliano da Hora
http://juliano.tumblr.com/ 
https://www.instagram.com/julianodahora/

➡ Leila Ribeiro e Washington Ribeiro
Sala desenvolvimento de processos de aprendizagem na cultura digital: www.sala.org.br
E-mail: imprensa.sala@gmail.com 
Facebook: https://www.facebook.com/salaoficial 

➡ Luci Correia
Narrativas Contemporâneas - https://www.facebook.com/NarrativasContemporaneas
Colecionando Luzes - https://www.facebook.com/colecionandoluzes/

➡ Ribamar Batista
Laboratório de leitura e produção textual: http://labproducaotextual.com
E-mail: labprotextual@gmail.com 
Facebook: https://www.facebook.com/labproducaotextual/
Radiotec - Você conectad@ ao conhecimento
YouTube: https://www.youtube.com/tvradiotec
Facebook: https://www.facebook.com/radiotec.ctf/
Instagram: https://www.instagram.com/radiotec.ctf/ 

➡ Walter Travassos
InfoComics (& memes): https://goo.gl/gFSnq6 
Mapas Conceituais: https://goo.gl/8pZfqm
Projetando com Canudos: https://goo.gl/kRrrZv

Realização
Série Professor Criativo​ by Pipa Comunicação​

Imagens
Capturadas pelos professores criativos que compõem o vídeo

Edição
Karla Vidal​

14 setembro 2017

#SouProfessorCriativo: o spinner, o lúdico e a educação

Gif: Karla Vidal

Em junho apareceu na minha timeline uma postagem da educadora Bruna Sanches que chamou minha atenção. Era a imagem de uma página de atividade de um livro didático com um spinner sobre ela. A imagem era ancorada pelo seguinte texto:

Que tal dinamizar sua aula com o brinquedo do momento? Hoje contamos com a ajuda do hand spinner para controlar o tempo das perguntas e respostas dos alunos. Todos ficaram super empolgados e engajados com a atividade!

Bruna é professora do ensino fundamental I e II no colégio COC Novomundo em Praia Grande, São Paulo e parecia ter usado o brinquedo mais polêmico do momento na sala de aula. Eu tinha que saber mais! Fui lá no perfil dela e comentei pedindo mais informações. Antenada, Bruna prontamente me escreveu um relato de sua experiência que eu vou publicar mais a frente nesse mesmo post. Mas, antes eu queria dizer que esse colégio tá cheio de educadores inovadores! Já falei sobre outro educador que toca projetos excelentes neste post aqui. Bruna também é líder do Grupo de Educadores Google (GEG) em São Vicente, em São Paulo.

Obviamente o post da educadora chamou minha atenção por conta do spinner. O brinquedo havia tomado conta da minha timeline e grande parte das abordagens era negativa. Muitos professores demonizando o dispositivo giratório com argumentos do tipo: concorre comigo, tira a atenção, virou vício. Uma multidão de educadores apoiando a proibição. Sim, virou vício e é justamente por essa razão que sabemos que a proibição talvez não seja a melhor saída. 

O spinner foi criado pela engenheira química Catherine Hettinger para combater ansiedade, ajudar crianças com autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Não é minha função e nem sua julgar se o brinquedo funciona para esses fins. Para isso existe pesquisa científica. O que nos cabe é perceber que o dispositivo virou mania e tudo que vira mania precisa ser observado com carinho e cuidado. A questão é que quando algo adentra o ambiente escolar, na maioria das vezes o lugar que ocupa é o de vilão. Tá aí todo o cenário de inserção das tecnologias na educação que não me deixa mentir.

Hand Spinner em ação. Foto: Karla Vidal

O boom do hand spinner aconteceu justamente no período em que as duas crianças da minha vida, meus queridos sobrinhos, estavam com a gente. Um garoto de 4 anos e uma linda menina de 11 anos. Ambos completamente apaixonados pelo brinquedo. O primeiro tem mais unidades do dispositivo do que anos de vida. Ora, se o spinner chama tanta atenção por que não pensar em tê-lo como nosso aliado? Cadê a empatia nessa hora?

Aqui em casa eu criei vários desafios nas brincadeiras das férias usando os vários hand spinners que meus sobrinhos têm. As próprias crianças começaram a identificar as diferenças na velocidade do giro em relação aos diferentes tipos de materiais. Gente! Isso é Física unida a um poderoso estímulo à observação e percepção. É um dos passos necessários para o desenvolvimento da capacidade crítica. Eles quebraram seus hand spinners muitas vezes e aprenderam a consertar cada um deles. E sim, relaxaram ao utilizar o brinquedo, principalmente em situações de tensão. 

Foi exatamente o que a professora Bruna Sanches também percebeu. Ela superou a visão negativa que tinha sobre o brinquedo, lançou mão da empatia para identificar uma forma de incluir na rotina de atividades e, de uma forma lúdica, desenvolveu um jogo simples e divertido que envolveu toda a turma. A seguir reproduzo o relato dela que explica muito melhor sobre essa atividade facilmente reaplicável em qualquer experiência de aprendizagem.

Foto da professora Bruna Sanches

Nesta última semana de aula, preparei aulas mais dinâmicas, que pudessem empolgar os alunos com relação ao aprendizado na sala de aula. No último mês orientei diversas vezes meus alunos para guardarem o brinquedo que levavam para sala de aula, o hand spinner. É um brinquedo bem simples, portátil, que parecem piões, mas são girados a partir de um rolamento central. O formato lembra uma estrela. O mais comum tem três pontas, mas podem ser encontrados com duas pontas, quatro, seis… depende do modelo. Me perguntava inúmeras vezes o porquê deles gostarem tanto de ficar rodando o brinquedo durante a aula, e foi aí que tive a ideia de utilizá-lo como ferramenta de apoio ao aprendizado, assim como aderi o celular para o processo de ensino-aprendizagem. A atividade foi realizada com 35 alunos do 7° ano na disciplina de Ciências no Colégio COC Novomundo, em Praia Grande – SP, para um jogo de perguntas e respostas. Eu lançava a pergunta para um aluno e rodava o spinner. O aluno sorteado tinha que responder ou pedir ajuda à banca de amigos, que foi nomeada como "AMIGOS DE PLANTÃO" até que o brinquedo parasse de rodar. A turma ficou empolgadíssima e disseram que irão estudar muito para as próximas aulas para que não precisem pedir ajuda aos amigos de plantão. Foi uma aula divertida, os alunos estavam alegres e pude desta forma, engajar todos por meio de uma atividade dinâmica, despertando uma vontade enorme de estudar! 
Bruna Sanches. Junho de 2017.

E não foi só a Bruna que se permitiu sair da caixa para ver o dispositivo com bons olhos. Os educadores Marcos Egito e Martha Santos que trabalham com cultura maker e robótica livre, decidiram colocar seus alunos para produzir seus próprios hand spinners a partir de rolamentos de skate, parafusos e impressoras 3D. 

Hand Spinner modelado em impressora 3D por Marcos Egito. Foto: Karla Vidal

As crianças passaram do lugar de consumidoras para o de designers de produto, vivenciando todos os conceitos que envolvem a produção de um dispositivo como aquele. Preciso falar mais? Marcos está junto conosco no Prof-Lab e somos muito gratos por isso!

A lição que fica disso tudo é: permita-se experimentar. Às vezes aquilo que a gente enxerga como concorrência pode ser um poderoso parceiro que vai nos ajudar a inovar e muitas vezes a resolver problemas.

Educadores mencionados nesse post: 

 

https://www.facebook.com/profile.php?id=100008186357796  https://www.facebook.com/maregito  https://www.facebook.com/mmartha.santos

01 setembro 2017

O Lançamento Coletivo da Pipa

Foto: Karla Vidal

No último dia 30 de agosto estivemos reunidos no auditório da Livraria Jaqueira do Recife para um descontraído momento de conexões entre pessoas e saberes. O Lançamento Coletivo da Pipa apresentou aos interessados as três obras mais recentes do selo editorial Pipa Comunicação.

Regado a muito café o bate-papo fluiu livremente graças a presença dos autores Elô Lebourg, Ismar Inácio e Marcelo Sibaldo que conversaram conosco sobre as obras Nós, professores transformadores: olhares sobre protagonismo e valorização docente, Conectando saberes na escola: linguística, literatura, educação e ensino de línguas e Processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e (questões de) masculinidades.

Como todas as publicações lançadas pela Pipa, os livros possuem caráter inovador, seja pela linguagem e conteúdo trabalhados ou pela história que antecede a produção dos textos. Além do diálogo com o público leitor, o momento foi também de interação entre três jovens professores autores que puderam identificar os pontos em comum em suas trajetórias de pesquisa e no percurso de organização de um livro.

Para nós foi uma imensa alegria receber autores de três estados diferentes, todos com histórias marcantes de práticas transformadoras da educação. Foi interessante também perceber que as histórias dos livros nasceram a partir dos trabalhos desenvolvidos em cidades do interior: Elô Lebourg em Lavras Novas (MG), Ismar Inácio em Arapiraca (AL) e Marcelo Sibaldo em Serra Talhada (PE). Isso só reforça a importância de incentivar cada vez mais a pesquisa e a produção de conhecimento também fora das grandes capitais do país.

Gratificante também foi conhecer pessoalmente as pessoas com quem temos o prazer de conviver, mesmo a distância, ao longo dos muitos meses do processo de produção de um livro. Do planejamento, passando pela impressão até a entrega aos autores. Nem sempre momentos como esses são possíveis mas, quando são, renovam nossas esperanças no desenvolvimento de novos projetos.

Imagens do momento você pode acessar no álbum a seguir:

Lançamento Coletivo da Pipa

Só lembrando que as obras estão disponíveis para aquisição na Livraria Jaqueira do Recife e online na Livraria da Pipa www.livrariadapipa.com.br

17 agosto 2017

Linguística e educação são temas de três novos livros lançados em agosto no Recife


No próximo dia 30 de agosto, às 18h30, no auditório da Livraria Jaqueira serão apresentadas ao público três novas obras integrantes do catálogo da Pipa Comunicação. Na ocasião estarão presentes autores e organizadores dos livros Nós, professores transformadores: olhares sobre protagonismo e valorização docente, Conectando saberes na escola: linguística, literatura, educação e ensino de línguas e Processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e (questões de) masculinidades.

Em dezembro de 2012 a produtora Pipa Comunicação ampliou suas atividades e passou a atuar também como editora de livros. Há 11 anos desenvolvendo projetos inovadores em comunicação, design e educação, a empresa que trabalha junto a diferentes universidades e instituições de educação do país passou a assinar também a edição de livros impressos e eletrônicos.

Em busca de livros que busquem inovar em seus temas e de uma forma inovadora de apresentá-los ao público, o selo editorial já lançou mais de 40 títulos procurando sempre disponibilizá-los nos formatos impresso e digital com valores acessíveis para garantir uma maior difusão do conteúdo científico no país e até mesmo fora dele. Todo o catálogo pode ser acessado através do endereço www.livrariadapipa.com.br.

Durante o lançamento, na Livraria Jaqueira no Recife, o selo vai receber a autora Elô Lebourg, professora da Universidade Federal de Ouro Preto, e os autores Ismar Inácio dos Santos, professor do Campus do Sertão da Universidade Federal de Alagoas e Marcelo Sibaldo, professor da Universidade Federal de Pernambuco, para bate-papo com o público e sessão de autógrafos.

Uma rede e um livro em prol da valorização dos professores 

 


Em 2015, na cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, a professora Elô Lebourg teve a ideia de construir uma rede de professores. À frente de uma iniciativa que envolveu estudantes em uma série de atividades em prol do patrimônio no distrito de Lavras Novas, Elô sentiu a necessidade de dialogar com outros professores a fim de estabelecer parcerias, trocar experiências ou simplesmente conversar. Estava formada a rede Professores transformadores que, com estratégias simples de envolvimento e interação, tornou-se uma das pioneiras no trabalho de valorização docente no país. Registrar os insights, as reflexões e as “epifanias pedagógicas” da rede formada foi o desafio proposto para o grupo de professores. A reunião desses registros deu origem a obra Nós, professores transformadores: olhares sobre protagonismo e valorização docente.

Gênero e Linguística 

 


Ismar Inácio dos Santos Filho pesquisa sobre questões de gênero e linguagem desde o início de sua trajetória como pesquisador. As conclusões em destaque no percurso científico do pesquisador foram organizadas na obra Processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e (questões de) masculinidade. Frente a um contexto de guerra sexual ou vivendo o que podemos chamar de era da intolerância, o autor investigou como são realizados os processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e masculinidades, assumindo a concepção de que práticas discursivas, teorias e realidade social são inseparáveis. As conclusões do autor revelam as peculiaridades sobre as formas de fazer pesquisa científica sobre esses e uma série de novos olhares sobre questões de masculinidade.

Conexões entre saberes

 


O Programa de Educação Tutorial (PET) foi criado pelo Ministério da Educação para apoiar atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e extensão. Na unidade acadêmica da Universidade Federal de Pernambuco em Serra Talhada, no interior do estado de Pernambuco, foi criado em 2010 o PET - Conexões de Saberes Linguística, Letras e Artes que, sempre sob a orientação de um tutor, realiza uma série de atividades extracurriculares que complementam a formação acadêmica dos estudantes de graduação de suas três áreas de atuação.

Foi a partir do trabalho desenvolvido pelos tutores Marcelo Amorim Sibaldo e Adeilson Sedrins, e da integração entre diferentes áreas e ações que surgiu o livro Conectando saberes na escola: linguística, literatura, educação e ensino de línguas. Tomando por base dois eixos norteadores, a língua e a literatura, a obra congrega aspectos teórico-práticos da complexa e dinâmica dimensão da linguagem no contexto da sala de aula na Educação Básica.

SERVIÇO

Lançamento Coletivo da Pipa Comunicação
Bate-Papo e Sessão de Autógrafos com entrada gratuita

Quando e onde? 30 de agosto, a partir das 18h30, na Livraria Jaqueira do Recife
Endereço: Rua Antenor Navarro, 138, Jaqueira, Recife/PE
Autores presentes: Elô Lebourg (UFOP), Ismar Inácio dos Santos Filho (UFAL) e Marcelo Amorim Sibaldo (UFPE)
Obras: Nós, professores transformadores: olhares sobre protagonismo e valorização docente; Processos de pesquisa em linguagem, gênero, sexualidade e (questões de) masculinidade; Conectando saberes na escola: linguística, literatura, educação e ensino de línguas.


01 agosto 2017

Vale a pena usar o Microsoft Edge?


O Edge é o navegador oficial do sistema operacional Windows 10. Ele veio para substituir o tão criticado Internet Explorer que definhou devido a sua lentidão e a uma série de outros problemas. Preocupada com o avanço do Google Chrome e a boa reputação do Firefox, a Microsoft decidiu entrar na briga e afirmou que desenvolveria um excelente navegador. Ela não estava brincando!

Com o slogan o navegador mais rápido e mais seguro projetado para o Windows 10, o Edge tem se destacado no meu dia-a-dia por ser a única opção que funciona 100% no Windows 10. Não é segredo pra ninguém que esse sistema operacional bugou a vida de milhares de usuários. Entre os infinitos bugs, muitos são relacionados à navegação na web. Até hoje o Firefox e o Chrome "mancam" no sistema. O primeiro pesando na conexão e o segundo travando mesmo. O Edge roda tranquilo e apesar de não ser tão rápido quanto os outros dois, não trava e não pesa. Dois pontos muito positivos para quem sofreu todas as dores da migração para o Windows 10.

Ao utilizar o Edge fui surpreendida por três excelentes ferramentas que são uma mão na roda para qualquer usuário da rede. São opções que já estão embarcadas no navegador sem a necessidade de novas instalações de extensões ou plugins. Muito bom pra quem usa Windows 10 e não tem uma máquina tão potente ou possui pouco espaço em disco. Veja nos gifs que preparei para esse post como tudo é simples!

Três excelentes funções que fazem você querer usar o Edge


1. Anotação Web





Essa ferramenta permite que você salve uma foto da tela e a edite como quiser. É o velho e bom screenshot ou print screen, mas dessa vez turbinado para você recortar, escrever sobre ou destacar conteúdos na tela. Se você levava seus screenshots para recortar no Word pare agora mesmo! Navegue através do Edge e recorte a área que deseja com essa ferramenta. Depois é só salvar no formato que desejar e inserir já recortada em seu documento ou compartilhar na rede.

2. Leitor de ebooks (.MOBI, .EPUB)




Essa é a mais maravilhosa das funções! Quem nunca comprou um ebook nos formatos .epub ou .mobi e teve dificuldade em abrir? Sabendo disso não é mais necessário ter um ebook reader para ter acesso ao conteúdo desses arquivos. O Edge tem uma ferramenta embarcada que reconhece e exibe o conteúdo desses formatos de forma semelhante a de dispositivos como o Kindle. Isso é sensacional porque amplia e muito o seu acesso ao conhecimento sem ter que instalar múltiplos softwares ou comprar um novo dispositivo.

3. Reservar guias




Como vocês já devem saber eu toco ao mesmo tempo inúmeros projetos digitais e sempre estou com dezenas de guias abertas no navegador. Não posso fechá-las porque passo o dia navegando entre elas. O problema é que às vezes o navegador trava ou o computador reinicia por algum problema e nem sempre as guias que estavam abertas são salvas. O Edge resolveu esse problema ao adicionar a ferramenta para reservar guias. Esses dois botões do amor reservam todas as guias abertas no momento e as exibe em aba única, em formato de miniaturas, organizadas pelo horário de salvamento. Maravilhoso!

Vale a pena superar o preconceito em relação ao Internet Explorer e dar uma chance à Microsoft. O Edge é realmente um bom navegador com muitas funcionalidades e que pode atender todas as suas necessidades. Considere um teste!